Claudinho de Souza: uma trajetória construída na Zona Noroeste

Claudinho de Souza

De líder social a vereador, Claudinho de Souza construiu uma trajetória política ligada à Zona Norte de São Paulo, com atuação registrada em bairros como Brasilândia e Freguesia do Ó.

Antes de chegar à Câmara Municipal, Claudinho já acumulava experiência na atuação social. Nascido em 9 de abril de 1949, na Vila Santa Maria, então distrito do Limão, trabalhou como office-boy, formou-se em Eletrotécnica pelo SENAI-SP e passou pela Bardella-Borriello Eletromecânica e pela antiga Telesp.

Segundo a Câmara Municipal, sua entrada na política ocorreu em 1988. Antes do primeiro mandato, foram cerca de 15 anos de atividade social na Zona Norte.

A primeira candidatura a vereador aconteceu em 2000. A eleição veio em 2004, quando recebeu 20.535 votos. A posse, em 2005, iniciou uma trajetória de quatro mandatos consecutivos, encerrada em 2020.

Primeiros registros

No primeiro mandato, apresentou o Projeto de Resolução nº 16/2005, relacionado à criação da Semana Cultural da Consciência Negra na Câmara. A iniciativa resultou na Lei nº 14.160/2006.

Em 2008, foi reeleito com 33.570 votos. Posteriormente, ocupou funções na Mesa Diretora e, em 2012, foi eleito 1º vice-presidente da Câmara Municipal de São Paulo. Também exerceu a função de 1º secretário.

A Zona Noroeste

Brasilândia e Freguesia do Ó aparecem em diferentes registros de sua atuação parlamentar.

Em 2020, Claudinho foi responsável pela iniciativa de uma sessão solene que marcou os 73 anos da Brasilândia.

Entre 2017 e 2019, levantamento do Observatório Social do Brasil registrou 1.039 emendas propostas, somando aproximadamente R$ 252 milhões em valores indicados. Em 2019, cerca de R$ 760 mil foram liberados para a Subprefeitura Freguesia do Ó/Brasilândia.

Também existem registros legislativos diretamente ligados à região. A Lei nº 16.442/2016 denominou Praça Mario Giovannelli um espaço na Freguesia do Ó. Já a Lei nº 16.625/2017 alterou a denominação da Ponte Freguesia do Ó para Ponte Freguesia do Ó – Padre Noé Rodrigues.

Os documentos mostram uma trajetória que começou na atuação social, passou pela política eleitoral e chegou ao Legislativo paulistano. Na Zona Noroeste, essa história pode ser acompanhada por leis, emendas, registros institucionais e iniciativas relacionadas aos bairros.

No próximo capítulo: os projetos, equipamentos, investimentos e políticas públicas que podem ser comprovados documentalmente no território.

FONTES: Câmara Municipal de São Paulo; Centro de Memória; legislação municipal; Observatório Social do Brasil; imprensa e registros públicos.